500 executados no mês de maio em São Paulo. Nesta quinta-feira, “1” policial militar suspeito de participação do genocídio de 2006, vai à Tribunal de Juri


IMPORTANTÍSSIMO: NESTA QUINTA-FEIRA (10/07) – CRIMES DE MAIO NO BANCO DOS RÉUS!

“Na próxima quinta-feira, 10 de julho, a partir das 9h30 da manhã, acontecerá um fato histórico, que é o julgamento em Plenário (Júri de Santana, Av. Engenheiro Caetano Alvares, 594, SP,SP, Plenário “3” ) de um Policial Militar acusado de participar do homicídio de três jovens em Maio de 2006: Murilo de Moraes Ferreira (na foto), Felipe Vasti Santos de Oliveira e Marcelo Heyd Meres.

Como é de conhecimento público, em maio de 2006 muitos jovens, cerca de 500, em poucos dias, foram assassinados por grupos de extermínio com forte suspeita de participação de Policiais Militares. Dentre vários documentos, há um relatório importante da Harvard University sobre esse triste período (genocidio em são paulo 2006), que revela que quase todas as mortes não foram esclarecidas, nem geraram processo criminal. Ou seja, o Júri do dia 10 de julho próximo é exceção à regra da indiferença estatal.

A Defensoria Pública acompanha o caso e atuará como assistente de acusação a pedido da mãe de uma das três vítimas.

O acesso ao julgamento é franqueado ao público. É de crucial importância a divulgação desse acontecimento e a presença cidadã dos movimentos sociais.

Divulguem e compareçam!

Abraços,

Defensora Daniela Skromov
Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo ”

Mais informações sobre esta chacina no Jardim Brasil, aqui:http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,crimes-da-1-onda-de-ataques-em-sp-foram-alem-do-pcc,20070323p17385

Mais informações sobre o júri de Quinta-feira (10/07) aqui:http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/Conteudos/Noticias/NoticiaMostra.aspx?idItem=51325&idPagina=3260

Um Policial Militar acusado de participar de três homicídios dos “Crimes de Maio” de 2006 será julgado pelo Tribunal do Júri nesta quinta, 10 de julho.

O julgamento é aberto ao público e começa às 9h30, no Plenário 3 do Tribunal do Júri, no Fórum de Santana, que fica na Av. Engenheiro Caetano Alvares, nº 594, em São Paulo/SP.

A Defensoria Pública acompanha o caso e participa como assistente de acusação a pedido da mãe de uma das vítimas.

O Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria nos pediu para convidar os movimentos sociais que puderem apoiar esse momento.

Gostaríamos de fazer um convite muito especial às Mães de Maio e a todxs companheirxs que puderem prestar solidariedade às/aos familiares e guerreirxs!

‪#‎doLUTOaLUTA‬

Um grande abraço,

Equipe da Ouvidoria Externa da Defensoria Pública do Estado de São Paulo

‪#‎MãesDeMaio‬
‪#‎CrimesDeMaio‬
‪#‎ContraOGenocídio‬
‪#‎SemJustiçaNãoHáPaz‬
‪#‎MemóriaVerdadeJustiça‬

IMPORTANTÍSSIMO: NESTA QUINTA-FEIRA (10/07) - CRIMES DE MAIO NO BANCO DOS RÉUS!</p><br />
<p>"Na próxima quinta-feira, 10 de julho, a partir das 9h30 da manhã, acontecerá um fato histórico, que é o julgamento em Plenário (Júri de Santana, Av. Engenheiro Caetano Alvares, 594, SP,SP, Plenário "3" ) de um Policial Militar acusado de participar do homicídio de três jovens em Maio de 2006: Murilo de Moraes Ferreira (na foto), Felipe Vasti Santos de Oliveira e Marcelo Heyd Meres. </p><br />
<p>Como é de conhecimento público, em maio de 2006 muitos jovens, cerca de 500, em poucos dias, foram assassinados por grupos de extermínio com forte suspeita de participação de Policiais Militares. Dentre vários documentos, há um relatório importante da Harvard University sobre esse triste período (http://hrp.law.harvard.edu/wp-content/uploads/2011/05/full-with-cover.pdf ), que revela que quase todas as mortes não foram esclarecidas, nem geraram processo criminal. Ou seja, o Júri do dia 10 de julho próximo é exceção à regra da indiferença estatal.</p><br />
<p>A Defensoria Pública acompanha o caso e atuará como assistente de acusação a pedido da mãe de uma das três vítimas.</p><br />
<p>O acesso ao julgamento é franqueado ao público. É de crucial importância a divulgação desse acontecimento e a presença cidadã dos movimentos sociais.</p><br />
<p>Divulguem e compareçam!</p><br />
<p>Abraços,</p><br />
<p>Defensora Daniela Skromov<br /><br />
Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo "</p><br />
<p>Mais informações sobre esta chacina no Jardim Brasil, aqui: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,crimes-da-1-onda-de-ataques-em-sp-foram-alem-do-pcc,20070323p17385 </p><br />
<p>Mais informações sobre o júri de Quinta-feira (10/07) aqui: http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/Conteudos/Noticias/NoticiaMostra.aspx?idItem=51325&idPagina=3260 </p><br />
<p>Um Policial Militar acusado de participar de três homicídios dos “Crimes de Maio” de 2006 será julgado pelo Tribunal do Júri nesta quinta, 10 de julho. </p><br />
<p>O julgamento é aberto ao público e começa às 9h30, no Plenário 3 do Tribunal do Júri, no Fórum de Santana, que fica na Av. Engenheiro Caetano Alvares, nº 594, em São Paulo/SP.</p><br />
<p>A Defensoria Pública acompanha o caso e participa como assistente de acusação a pedido da mãe de uma das vítimas.</p><br />
<p>O Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria nos pediu para convidar os movimentos sociais que puderem apoiar esse momento.</p><br />
<p>Gostaríamos de fazer um convite muito especial às Mães de Maio e a todxs companheirxs que puderem prestar solidariedade às/aos familiares e guerreirxs!</p><br />
<p>#doLUTOaLUTA</p><br />
<p>Um grande abraço,</p><br />
<p>Equipe da Ouvidoria Externa da Defensoria Pública do Estado de São Paulo</p><br />
<p>#MãesDeMaio<br /><br />
#CrimesDeMaio<br /><br />
#ContraOGenocídio<br /><br />
#SemJustiçaNãoHáPaz<br /><br />
#MemóriaVerdadeJustiça

O Menino Joel. Um menino negro executado pelo Brasil


imagesO vídeo Completo que recebi do meu amigo Alberto Lima.
Qaundo é que vai acabar o genocídio da juventude negra brasileira?

O etnocídio do Povo Negro do Brasil. Seus jovens entre 15 e 29 anos.


por marcos romão

Negras e Negros de Niterói estão reunidos.
Segundo dia da III Conferência de Promoção da Igualdade Racial em Niterói. 

cofe-23A análise do Professor Doutor em Antropologia e militante do Movimento Julio Tavares, sobre o etnocídio do negro brasileiro através principalmente do extermínio dos jovens negros, do sexo masculino entre 15 e 29 anos de idade.
O local da III Conferência não poderia ser mais simbólico para Niterói com sua tradição expulsória da população negra.
A Faculdade de Enfermagem, na boca de entrada do Morro do Estado, antigo quilombo e hoje uma grande “comunidade/favela” no centro de Niterói, sempre ameaçada pela especulação imobiliária e criminalização de seus moradores.
Segundo Julio Tavares, é flagrante a pouca participação de jovens negros nestes debates.
A alegria que antigos militantes negros de Niterói, que neste final de semana se reencontram, deve-se menos ao fato de estarmos contentes em nos vermos de novo, e muito mais ao fato dos poucos jovens que lá estão presentes terem uma consciência de sua dignidade e valor, e que juntos com o clamor que vem das das ruas, estamos sempre acordados e com energias renovadas para dizermos, que continuamos lutando por um Niterói sem Racismo.
Povos Indígenas já não temos mais aqui, os últimos foram mudados em silêncio, há um mês, para Maricá.
Que todos tenhamos o direito de viver na Cidade Sorriso e também possamos sorrir.