” Afrodescendentes de Quilombos não servem nem para procriar “, Sos Racismo Brasil denuncia ao MPF fala racista de deputado na Hebraica.


Matéria oficial do Sos Racismo Brasil, com fontes do “Ópera Mundis”, Estadão, e usuários do Facebook

Denuncie você também esta cananlha racista e racista ao Ministério Público Federal

Deputado federal do Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro agrediu racialmente o Povo Negro Brasileiro, em palestra no Clube Hebraica,  nesta segunda-feira, 3 de abril de 2017.

O Sos Racismo Brasil, entrou com petição junto ao MPF e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro para enquadrar o deputado no  Art. 20., que define o crime: Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, da Lei Caó – Lei 7437/85 | Lei nº 7.437, de 20 de dezembro de 1985

Cópia do vídeo original postado no Youtube pelo grupo “Contra o Golpe Fascista“.

Enquanto do lado de fora da Hebraica do Rio de Janeiro, mais de de 100 pessoas antirracistas e grupos antifacistas protestavam contra a presença do deputado Jair Bolsonaro no tradicional clube da Comunidade Judaica, do lado de dentro, 300 pessoas aplaudiam suas piadas racistas, em palestra exclusiva para convidados, organizadapelo atual presidente do Clube da Comunidade Judaica do Rio de Janeiro.

O deputado federal do RJ, Jair Bolsonaro afirmou de forma racista na Hebraica do Rio, na última segunda-feira 04.03,  que as reservas indígenas e quilombolas atrapalham a economia:

“Onde tem uma terra indígena, tem uma riqueza embaixo dela. Temos que mudar isso daí”.

O deputado citou que  foi  “ a um quilombo em São Paulo ”, e de lá voltou com a seguinte percepção:

“O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gasto com eles.”

– Pode ter certeza que se eu chegar lá não vai ter dinheiro pra ONG. Se depender de mim, todo cidadão vai ter uma arma de fogo dentro de casa. Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola. 

Pela punição por racismo do Deputado Federal Jair Bolsonaro.

O Sos Racismo Brasil é categórico contra o racismo e o antissemitismo!

Não admitimos que uma minoria de fundamentalistas fascistas, joguem os judeus contra os negros e os indígenas no Brasil e nem o contrário.

Foi uma perversidade absurda que um deputado fascista defensor da tortura e do estupro tenha sido convidado, apesar dos protestos da comunidade judaica nacional, para palestrar na Hebraica do Rio de Janeiro e, lá proferir sob aplausos, depoimentos e piadas racistas contra os Povos Negros e Indígenas do Brasil, além de comentários xenófobos contra os refugiados acolhidos pela Terra Brasil. Esta agressão racista foi um choque elétrico nas vergonhas dos descendentes de todas as vítimas do Holocausto Judeu na Europa acolhidos no Brasil e da Escravidão Transatlãntica dos Povos Africanos sequestrados para as Américas e Brasil, assim como de todos os povos originários dessa Terra.

Abaixo conclamação do Sos Racismo Brasil:

Pela-punição-de-Bolsonaro 

Segundo o Estadão, o presidenciável prometeu que irá acabar com todas as reservas indígenas e comunidades quilombolas do país caso seja eleito em 2018.

Abaixo judeus cariocas democratas e de esquerda protestam contra o racismo e o fascismo.

Os manifestante do lado de fora, articulados por movimentos juvenis da comunidade judaica, levantavam cartazes e gritavam: “Judeu e sionista não apoia fascista”. “Quem permite torturar se esquece da shoá”. “Pela vida e pela paz, tortura nunca mais”. Um grupo de mulheres entoava: “Ei, mulher, ele apoia o estupro”.

 

 

Povo Kaiowa passa natal sob bombardeio de agentes químicos no Mato Grosso do Sul


 Na filmagem, um avião voa rasante sobre o riacho, na terra indígena, e despeja uma carta de agrotóxicos sobre a água


Na filmagem, um avião voa rasante sobre o riacho, na terra indígena, e despeja uma carta de agrotóxicos sobre a água

do Correio do Brasil

Uma nova denúncia, desta vez filmada por um líder indígena, mostra ação de supostos fazendeiros da região de Caarapó, no Mato Grosso do Sul, pela expulsão das famílias que permanecem no acampamento Tey’i Jusu, da etnia Kaiowá. De acordo com a filmagem “fazendeiros da região despejam agrotóxico sobre as famílias”.

“Debaixo do veneno, crianças, velhos, pessoas da etnia indígena Kaiowa que tentam viver sua cultura e plantar seu alimento em paz sobre seu território ancestral”.

O ataque teria ocorrido neste sábado “sobre o córrego d’água e sobre o resquício de mata ainda não derrubado pelo agronegócio”. Ao longo de 2014, denúncias foram encaminhadas para a Sexta Câmara de Justiça do Mato Grosso do Sul, “contendo vídeos que flagraram uma aeronave idêntica despejando veneno sobre estas famílias”, afirmou a testemunha. Este seria o quinto ataque químico “contra a mesma comunidade, em menos de um ano”, afirmou.

Luta antiga

Há décadas, o povo Guarani Kaiowá resiste aos ataques de fazendeiros ao seu território, no Estado do Mato Grosso do Sul. A luta, no entanto, tornou-se mais aguerrida nos últimos quatro anos. Desde 2012, ano de intensa mobilização dos povos indígenas no Mato Grosso do Sul, a causa indígena conseguiu uma visibilidade e alianças talvez jamais vistas na história deste país.

Uma enorme repercussão e solidariedade se espalhou pela internet (Somos todos Guarani Kaiowá) e se desdobrou, desde então, em outras dezenas de campanha. Milhares de pessoas acrescentaram a seus nome o nome desse povo. Um abaixo assinado, na época, reuniu mais de 300 mil assinaturas de apoio aos direitos desse povo. Em mais de uma centena de cidades realizaram manifestações e atos públicos de apoio a esses povos. Podemos dizer que o Brasil e o mundo foram um pouco mais Guarani-Kaiowá, solidarizando-se e apoiando a dura luta pela vida e pelos seus territórios.

 

Ainda assim, os ataques de fazendeiros da região ocorrem, sem que haja a intervenção policial efetiva no conflito.

Os intolerantes estão chegando! Jogadores evangélicos e católicos conseguem a retirada da figura do Índio Caboclo do uniforme do Guarani


DENÚNCIA:

Depois que a “Seleção” dos 7 x 1 transformou-se em um Espaço Religioso, tudo pode acontecer no universo da intolerância religiosa, cultural e racista que como um tentáculo invisível toma conta da sociedade brasileira.

O que poderia parecer uma piada não é. A Diretoria do Guarani FC de Campinas, tradicional time de futebol fundado em 1911, retirou a figura do Índio que abrilhantava seus símbolos e escudos, a pedidos dos jogadores católicos que associam este símbolo ao Candomblé. (mamapress)escudo_guarani_2008_5db017111a6485a5bd9f79c4dfb8ed4b_escudo-guarani-2008 sem-tc3adtulo

Papiõn Cris Santos, mulher indígena nos mando este recado:

Lideranças indígenas, o que vocês dizem disso?
A que ponto estamos chegando como povos originários do Brasil, Guarani agora é entidade. Nós somos uma etnia, que marca um povo e uma região.
Então realmente chegamos a era que somos somente avatares,lendas, mitos?
Sr. Evangelico, Sr. Católico, muito mais que um simbolo, Guarani é a imagem de uma nação que aqui habita o Brasil desde antes da chegada de vocês!

Publicado porTiago Chagas  no Gnotícias em 18 de agosto de 2014

Os jogadores cristãos do Guarani Futebol Clube, de Campinas (SP), que atualmente disputa o Campeonato Brasileiro da Série C, pediram para a diretoria do time retirar a figura do índio caboclo do uniforme do time.

O clube, que é apelidado de bugre (denominação dada a indígenas de diversos grupos do Brasil por serem considerados não cristãos pelos europeus colonizadores) mantinha a figura em seu uniforme como uma espécie de padroeiro, desde as rodadas iniciais do Campeonato, a pedido de seu presidente, Álvaro Negrão.

No entanto, o Guarani – que já foi campeão brasileiro em 1978 e montou times memoráveis – coleciona insucessos no futebol nos últimos anos, além de muitas dívidas.

A fase infeliz levou os atletas católicos e evangélicos do time pedirem à direção a remoção da figura, pois ela remete às crenças umbandista e espírita.

“Para uns, incomoda. Para outros, não. O evangélico não acredita na imagem, é insignificante. O católico já acha que é um símbolo do candomblé. O que nos foi passado é que é um símbolo do Guarani. O pedido dos jogadores foi para tirar. Eles iam se sentir mais confortáveis para atuar. Isso foi atendido. Estamos fazendo de tudo para que os jogadores fiquem confortáveis”, afirmou um dirigente do Guarani Futebol Clube.

De acordo com o site Globo Esporte, enquanto o time manteve a figura do índio caboclo no uniforme, conseguiu apenas uma vitória, contra duas derrotas e três empates, o que deixou o Guarani entre os últimos colocados no Campeonato.

As questões religiosas dentro do futebol constantemente causam polêmica. A nível internacional, a Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) orienta que sejam evitadas manifestações de fé e/ou política durante os jogos, a fim de evitar atritos.

No Brasil, a existência de um grupo de jogadores evangélicos na Seleção que disputou a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, sob o comando de Dunga, também foi amplamente criticada por setores da imprensa.

 

PRESO GARIMPEIRO ACUSADO DE AMEAÇAR INDÍGENAS DE MORTE


Enviado por Luar Sateré Mawé

Parentes do povo Mundururu, que realizam por conta própria fiscalização em quatro afluentes do Rio Tapajós, na região oeste do Pará, apreenderam recentemente 12 dragas utilizadas ilegalmente para a extração de ouro e expulsaram dezenas de garimpeiros de suas terras.

Após a ação, os parentes relataram perseguições e ameaças de morte contra suas lideranças e registraram boletim de ocorrência na delegacia de Jacareacanga, onde denunciaram Alexandre Jesus Martins, dono de garimpo, conhecido como Tubaína.

Foto publicada em-MOVIMENTO INDÍGENA DE RENOVAÇÃO E REFLEXÃO DO ESTADO DO AMAZONAS (MIRREAM)

Foto publicada por Luar Sateré Mawé em-MOVIMENTO INDÍGENA DE RENOVAÇÃO E REFLEXÃO DO ESTADO DO AMAZONAS (MIRREAM)

 

 

A polícia esteve na casa de Tubaína, acompanhada dos parentes, onde encontrou munição e duas armas de fogo, sendo um revólver e uma carabina, ambas de calibre 38.

Paigomuyatpu Manhuary afirma que as lideranças Munduruku cansaram de esperar Tubaína aparecer na delegacia para se explicar sobre as constantes ameaças. Assim, acompanhados da polícia, os parentes Munduruku entraram na casa do garimpeiro para prenderem-no, apreendendo, também, suas armas.

O delegado de polícia, Lucizelton Ferreira dos Santos, que há seis meses trabalha no caso, confessou que a ação só aconteceu por conta da parceria com os parentes Munduruku.

Apesar de ter sido comprovado pelos Munduruku que Tubaína era dono de pelo menos dois garimpos em terra indígena, o que é flagrantemente inconstitucional, pois a lei garante que “as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes”, nenhum processo legal foi aberto até agora.

A palavra de ordem continua sendo RESISTÊNCIA!!!

Liderança Indígena Marcos Terena fala: Queremos apoio e não agressão.


por marcos terena

CENTRO DE REFERENCIA DAS CULTURAS INDÍGENAS – Sede Antigo do Museu do Indio – RJ

Fala da Lideranças Indígenas

Fala da Lideranças Indígenas

Finalmente conhecemos o grupo chamado de resistência que foi expulso do prédio do antigo Museu do Índio em frente ao Estádio do Maracanã…

Nenhum deles era Índio, apenas um grupo de jovens pintados de Índio como mostra essa foto quando Alvaro Tukano, Pirakiman Yawalapiti e Tabata Kuikuro assumiram as negociações antes de uma reação indígena contra essa agressão.

Poderíamos recebê-los e conversar para agradecer o apoio mas eles invadiram o Hotel Novo Mundo onde estávamos e para nossa surpresa, também a reunião indígena que tinha a presença de Autoridades como os Chefes Indígenas Aniceto Xavante, Maria Helena Pareci e Andila Kaingang…

Ninguém sabia o que eles queriam naquele momento e nem eles…

O apoio da sociedade não indígena e da solidariedade é importante como uma aliança para objetivos comuns. Para nós é importante reconstruir o cenário histórico e arquitetônico por onde passaram Rondon e antigos Chefes Indígenas, principalmente agora que o Governo do Estado se dispôs a apoiar essa iniciativa. Não será apenas mais um Museu de exposições, mas local da diversidade e da grandeza da cultura indígena, ambiente para um parlamento indígena e até universidade, mas isso tem que ficar pronto antes da abertura da Copa de Futebol em 2014…

Para isso, não aceitamos esse tipo de apoio, ou melhor, agressão a qualquer custo e agora em diante os indígenas do Brasil se farão presentes nessa articulação com o Governo do Estado, sem intermediários como afirma o documento entregue a Secretaria de Cultura do Estado do Rio.

Apesar dos distúrbios brancos. Povos Indígenas sabem o que querem da Aldeia Maracanã.


por marcos romão

Cacique Aniceto

Cacique Aniceto

Meninos eu vi. Foi um dos encontros mais emocionantes de minha vida. Estar junto no hotel Novo Mundo por algumas horas, com tantas lideranças indígenas do país, que viajaram dias e horas, para representando mais uma centena de povos, dizerem ao Governo do Rio de Janeiro o que querem fazer com o Antigo Museu do Índio, a Aldeia Maracanã.

Marcos Terena veio de Brasília, o cacique Aniceto Xavante, reconhecido como uma das grandes lideranças indígenas mundiais, participou com suas sábias palavras para ajudar na construção do que virá a ser a futura Base Indígena nas terras do Rio de Janeiro, uma capital internacional e ainda por cima me ensinou depois de sessenta anos de idade que “Niterói” em sua língua significa -MINHA TERRA-  pois como os portugueses não entendiam os indígenas, “Iterô”* , MINHA TERRA, virou Niterói.

O neto de Raoni, viajou dois dias para trazer gravada a mensagem de seu avô, congraçando os povos indígenas a aproveitarem a oportunidade de retomarem o antigo Museu do Índio e transformá-lo na embaixada de todos os povos indígenas do Brasil, assim como várias lideranças vieram de todo o Brasil,  trazendo assinaturas que representam em seu conjunto quase 90 povos indígenas brasileiros, e estão abertos a que venham mais, assim que tomarem conhecimento da retomada da Aldeia Maracanã.

Segundo as palavras de uma liderança, eles vieram para acabar com os cassetetes e gás de pimenta contra seu povo representado no Rio de Janeiro.

Já eram 3 horas da tarde e os trabalhos finais  já estavam sendo encaminhados e elaborada uma minuta final, que depois seria encaminhada aos povos indígenas do país para a sua aprovação final, quando os presentes foram surpreendidos pela entrada agressiva de um grupo com uns 20 brancos pintados de índios que os acusavam de traidores e vendidos, que tumultuou com os trabalhos.

Foram 10 minutos de tensão naquela pequena sala de conferências do hotel, em que homens indígenas de mais de 70 anos de idade e mulheres indígenas mães e avós foram objetos de todo tipo de impropérios. O que mais temi foi a possibilidade de uma reação por parte dos 15 a 20 guerreiros jovens, o que poderia transformar aquele encontro histórico para o Brasil em uma catástrofe.

Mas mesmo sendo um homem negro de 60 anos, não passo de uma pessoa com o pensamento branco e que não entendo nada de indígenas. A reação daqueles homens e mulheres que estão nesta terra deles antes de pensarmos que havia este mundo, foi uma lição que carregarei para o resto da vida.

As palavras do Cacique Aniceto resumiram bem o que aprendia. Eles sabiam para o que vieram. Vieram para negociar a retomada do que é deles. Esta certeza da razão era a força que eles utilizavam.

Álvaro Tucano acalmou parte da platéia de brancos, que lá chegou os xingando de traidores e de vendidos, dizendo que ele já conhece de muito tempo as guerras dos brancos e,  que está no Rio para com a união de seus povos  trazer um exemplo e paz para uma cidade confusa.

O Xavante Pirakumam (Peixe Grande) disse em forte palavras para a toda a sociedade brasileira: “Que ele veio representando 16 povos do Xingu para ajudar a acabar com esta guerra. Que no Xingu não tem televisão, mas que quando ele vai na cidade ele vê a policia batendo nas pessoas indígenas e jogando pimenta. Por isso ele e todas as lideranças indígenas vieram, pois querem acabar com este sofrimento e brigas entre o povo desta cidade e os índios.

O Xavante Pirakumam disse que veio ajudar seus parentes indígenas, mas que veio também ajudar aos brancos a se entenderem. Todos estes acontecimentos foram para mim, bonito e brabo.

A calma e espírito de paz das lideranças indígenas ofuscava a incompreensão e arrogância de alguns brancos, que queriam lhes dar lições sobre como enfrentar uma sociedade que os aniquila há 513 anos.

Purikamam afirmou: O Museu do Índio não foi demolido, pois nele estão os espíritos de nossos ancestrais.”

Aniceto Xavante, umas das maiores lideranças vivas dos povos indígenas do Brasil, disse: “Eu rodo o país para ajudar meus parentes, que tem problemas com os governo municipais, estaduais e federal e o donos de terra. Não vim aqui para perder tempo. Vim para ajudar todos os Povos Indígenas a terem um lugar que possamos dizer que é nosso e que possamos desenvolver nossos projetos para a união indígena. Contamos com a ajuda de todos.”

Peço a todos que virem este vídeo, que reflitam sobre as relações entre povos e pessoas humanas que temos vivido no Brasil atualmente.

Pois os que criticavam os povos indígenas,  foram acolhidos e  ouvidos as e chamados a contribuir…
foi a maior lição de humildade sabedoria e força que já vi!!! ou vivi!!!

*Iterô foi o som que escutei