!PIRATAS! Um documentários sobre os verdadeiros piratas na Somália


!PIRATA!  Clique no pirata para ver.

fonte: dotSUB

Duration: 23 minutes and 26 seconds
Country: Spain
Language: Spanish
Producer: Juan Falque
Director: Juan Falque
Posted by: juanfalque on 28.01.2011
Documental

Alemães dão banho de samba no Rio Elba 170 bateristas festejam 25 anos da “VIRADA”



O grupo de samba “Virada” festeja 25 anos. Tocam como mestres da vida.
Mais de 20 grupos de samba de hamburgo e outras cidades vão festejar hoje 25 de junho de 2011, na praia do Rio Elba na altura de Olvegonne. Durma-se com um barulho maravilhos destes. Hamburgo vai virar Rio de Janeiro sem balas, só samba e amor”

Es ist soweit, unsere Sambagruppe Virada (www.virada.de) feiert 25. Jahre bestehen und aus diesem Grunde gibt es am nächsten Wochenende eine Megabateria am Elbstrand von Övelgönne (wenn es nicht gerade Bindfäden rechnet). Es haben sich bis zu 170 Sambistas aus allen Teilen Hamburg und dem Umland angemeldet uns ein Ständchen zu bringen.

Não desmatarás. Bloqueata em Ipanema.


O Rio de Janeiro parece acordar. Devem ser os sinais de fumaça que vem do Chile. Estamos em um continente só. Estamos em uma terra só. E não estamos sós. Traga seu bloco, mesmo o do eu sózinho, aí você vai ver como é bom protestar ao sol.
A vida não é só computador. Passear com mais gente é passeata. Cheirar o mar, cheirar o cheiro de suor das gentes, ver que tem vida na gente e não só protestinho no facebook.
Tem vida lá fora. Levante as nádegas, erga a cabeça, dê um requebro prá direita e rapidamente outro para a esquerda. Você vai gostar. E ainda por cima vai ajudar a tirar essa gente de cinza do poder!
De minha parte vou com minha camisa verde pra “minha praia” aqui no rio Elba mandar meu asé pro pessoal que se levanta no Brasil contra o assassinato de nossas florestas.


Marcos Romão

O Radical Carinhoso e sua Raiva Santa.


O Radical Carinhoso e sua Raiva Santa.marcos romão

Tres baleiros de rua me cercavam curiosos, com seus parcos panos cobrindo suas pele pretas de seus corpos mirrados. Circulavam em meio àquela pequena multidão de mulheres e homens negros na Cinelândia. Os olhos vivos da menina e dos dois meninos não me pediam trocados. Eram apenas olhares de crianças curiosas ao verem ao mesmo tempo, tantas pretas e pretos juntos e com roupas tão bonitas
A Kombi da funerária chegou em frente das escadarias da Câmara de Vereadores do muncípio do Rio de Janeiro. Trazia o corpo matéria de Abdias Nascimento.
Velhos ativistas do movimento negro brasileiro, escolhidos por antiguidade, preparavam-se para levarem o caixão escada acima em revezamento, para ser velado no saguão da casa dos representantes do povo, da cidade que Abdias ainda jovem, escolhera para ser o palco de seu combate contra o racismo no Brasil.
Não haviam multidões de negros como no paço da princesa Isabel nem na república dos donos de escravos. Não estavam presentes nem as fanfarras oficiais nem guardas de segurança, como seria de praxe para um senador da República. Lá estavam apenas aquele monte de negros e negras paramentadas e os tres Erês curiosos.
É um morto, vão enterrar ali dentro? Me perguntaram. Quem é o morto? Repetiram. Era um homem que defendia os negros, repondi olhando para nossas peles mal cobertas pelos farrapos.
Meu paletó, minha calças, minhas cuecas, minhas meias, camisa e sapatos, não escondiam a minha nudez naquela praça. Éramos todos Pretos Novos, recém-chegados da África, guardando aquele corpo guerreiro, na praça mais famosa de nossa república.
Podemos ficar aqui, podemos ir lá dentro? Me perguntaram. Meu olhar aquiescente não foi necessário, ninguém precisava autorizá-los, eles sabiam que eram convidados de honra do mestre Abdias. Seus olhares tinham aquela certeza de crianças de rua de nosso Brasil, a certeza de que são donos do pouco tempo que teem nesta vida.
Chegaram autoridades, deputados, vereadores, artistas, jornalistas, até o ex-presidente Lula acompanhado pelo governador do estado. Chegaram judeus, muçulmanos e cristãos, todos para reverenciarem aquele homem defensor da religião dos Orişas, que foi o homem de 2 séculos para a maioria do povo brasileiro. Maioria que ganhou algumas liberdades, mas não sabem a quem agradecer, confundidos pelos reis, rainhas príncipes e princesas de plantão, que lhes distribuem pão-dormido.
Foram momentos contritos naquele saguão solene, a menina e os dois meninos estavam paramentados com as roupas de nossa dignidade e suas caixinhas de drops.
A paz do rosto do companheiro Abdias Nascimento, refletia a certeza que em nossa terra estava plantada a raiva santa. Os Erês o protegiam em sua caminhada para o Orum. Sua voz seguirá em uma criança negra que escape ao silvo da bala de aço do racismo à brasileira.

Milton Santos: O Brasil aceita o pior da globalização.


Bêtania Ramos Schroeder


Recebemos de nossa correspondente, Betânia Ramos.
“Mergulhando na política brasileira de desenvolvimento territorial, resolvi buscar a entrevista lendária de Milton Santos no Roda Viva em 97…”
Fiquei tão impressionado com este debate/aula feita por MiltonSantos que me dei ao trabalho de colar neste blog o debate completo.
Marcos Romão

Abdias chama: Vamos bater os tambores no Quilombo do Sacopã e no mundo inteiro inteiro!


João Jorge com Abdias na vista de Obama

Acabo de receber a notícia da esposa de meu amigo Abdias Nascimento que ele se encontra em intensiva estação, em uma situação delicada com complicações nos pulmões.
Vou pra ladeira do Sacopã, último quilombo urbano da zona sul do Rio. Vou orar por ele.
Asé meu irmão Abdias, resista e insista!
Um dia sairemos deste exílio em nossa própria terra!
Marcos Romão

Arquivo de vídeo da Mamaterra


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