Carnaval do Clube Brasileiro de Hamburgo este ano é no “Sporting”


Queridos sócios e amigos do Clube Brasileiro!
Gostaríamos de comunicar que nosso tradicional baile de carnaval será realizado esse ano no Restaurante Sporting  no dia 25 de fevereiro de 2012 !
O motivo para a mudança de local é a interdição do salão de festas do Germania Ruder Club, aonde já festejamos nosso carnaval há 42 anos.  Essa medida foi decretada pela Secretaria de Obras de Hamburgo, para que intensas e urgentes reformas estruturais possam ser realizadas.
O Sporting Clube de Hamburg fica localizado no Wandalenweg 4,  20097 Hamburgo  (veja convite em anexo).  O local oferece um fácil acesso com as linhas de metrô 2 e 3, descendo-se na estação de Berliner Tor e S-Bahn Hammerbrook.
Temos toda a certeza de que a mudança de local do baile não diminuirá a empolgação e alegria, que todos os foliões sócios e convidados trazem ao carnaval do Clube Brasileiro todos os anos !
A Diretoria.

Quando?- 25 de fevereiro de 2012 a partir das 20 horas
Aonde? – Restaurante „Sporting „, Wandalenweg 4
20097 Hamburg – (Metro linha  2 e 3 Berliner Tor/ ou S-Bahn Hammerbrook)

HAVERÁ CONCURSO DE FANTASIAS SOMENTE PARA OS SÓCIOS!
Entrada: para sócio €  12,00  VVk  – não sócio € 16,00 VVk
no dia da reunião do clube no Pro-Linguis, dia 20.01.2012

Na portaria: para sócio € 16,00 e  não sócio € 20,00
Estudante € 8,00 – com  apresentação da carteira!

Favor confirmar sua presença c/Yara-Tel.470517(yf-cbh@t-online.de) ou Elisabeth-Tel.82 69 27 (E.vonblittersdorff@web.de)

PEDIMOS O FAVOR DE NÃO TRAZER CONFETES, SÓ  AS PLUMAS DE PRAXE. Obrigado!

Konzert zum internationalen Menschenrechtstag


Sonnabend, 10. Dezember 2011 um 19 Uhr

 Mit dem Musiker Nil Lus, Brasilien

 Homenage an Zumbi de Palmares

Kämpfer gegen die Sklaverei in Brasilien im XVI Jahrhundert

Organisation: Quilombo Brasil / Radio Mamaterra

Eintritt frei

 Hauptkirche St. Trinitats Altona, Die Kirche am Fischmarkt

Kirchenstrasse 40, 22767 Altona

Elza Soares em Hamburgo. A Diva da MPB que faz parar até vaia para presidente no Maracanãzinho,vem mostrar a cadência do samba na Alemanha.


Entrevista de Elza Soares para a Radio Mamaterra em 2008.  Ela conta o episódio em que fez com seu canto à capela, 90 mil pessoas que apupavam no Maracanãnzinho o presidente da república, silenciar para ouvir e reverenciar uma mulher que tirava da entranhas do Brasil o som de respeito pelo nosso povo.

Parecia até um sonho quando recebi um telefonema do Joca Neto, parceiro da Rádio Mamaterra, com sua atuação de longos anos à frente da Rádio Made in Brazil de Estocolmo. Eles nos falava que a Diva Elza Soares queria vir cantar em Hamburgo no ano Internacional dos Afrodescendentes.

Dissemos logo que sim e entramos em contato com a jovem empresa produtora musical “Gafieira Universal”, pessoal bom, com o músico Sérgio Br e sua companheira Becci na direção. Era um assunto de alta responsabilidade, trazer a nossa Diva, rainha de nossas rádios , pra nossa cidade com seus portos abertos para o mundo.

Elza Soares

Dito e feito a grande Diva Elza Soares topou, a banda que a acompanha está no top internacional, com Mo Jonas no contrabaixo e direção musical, Afonso na bateria e Sérgio Br na percussão.

Hamburgo que nos últimos tempos já recebeu até presidente e presidenta do Brasil ao mesmo tempo, recebe agora a Rainha da Música Popular Brasileira. Vamos lotar o Fabrik no dia 7 de outubro. Caravanas de fãs já se organizam em toda a Alemanha, para curtirem esta oportunidade primeira.

Como sempre Elza Soares faz questão de apoiar os brasileiros e brasileiras locais com seu canto cheio de energia e um sincopado, que entorta qualquer baterista de primeira viagem.

Tragam seus amigos alemães pra virem assistir e emocionarem-se, em um show de samba que não se aprende na escola!

Quem viver verá quem não viveu não viverá!

A cabrocha da Romênia entre as brasileiras no carnaval de Hamburgo


foto:ortrun gutke

O carnaval de Hamburgo acontece em setembro, tempo de verão com chuva amazônica. Já rola a 11 anos. Começou com as “Bahianas da Rosário” no Spassparade de Altona, mudou de nome pra Stamp depois de chegar a ter dois apelidos, a “Altonale” e o “Karneval der Kulturen”.  Em matéria de nome os burocratas alemães são tão inventivos, quanto a turma da corda na Bahia e os prefeitos do Rio de Janeiro.
As bahianas sempre incentivadas por Cecília Simão e pela Rádio Mamaterra, viraram marca da cidade, e neste ano a Rainha das Bahianas Rosário Jungreiter e Agostinha Reis Hampel, a Rainha dos Brasileiros da Alemanha, foram homenageadas pela Escola de Samba Unidos de Hamburgo, que quando voltarem a se entender com os músicos brasileiros da cidade, vão ficar melhor ainda.

foto:ortrun gutke

Foi uma festa que na emoção a Cecília Simão disse:  “nesta praça Romão, deportavam judeus e opositores do nazismo, aqui era muito triste quando chegamos, nós trouxemos alegria prá esta cidade, nós fizemos renascer o acreditar no amor entre os seres humanos, um dia vão botar uma placa prá gente aqui”.
A cabrocha que veio da Romênia, que aprendeu a sambar vendo filmes de Holywood, já sacou isto e pegou o avião. Ela veio especialmente para vir dançar com a gente e com a força e o axé destas mulheres brasileiras!

Choque de culturas? Alemão responde no pé, no VI Dia da Cultura Brasileira no “Planten un Blomen” de Hamburgo


Aconteceu mais um Dia da Cultura Brasileira  em Hamburgo, destas vez com algumas polêmicas nas relações entre os sambistas brasileiros e alemães. Afinal de contas até no Rio de Janeiro, se fala na gíria dos preconceitos,  a frase , ” tem alemão nos samba”,  quando pinta algum imblóglio.

Mas na festa organizada com as tripas e coração há 6 anos, sem nem um pingo de ajuda do governo brasileiro, por Cecíla Simão e Miriam da Silva,  o que rolou foi confraternização e o samba com sotaque não atravessou.

Na frase de Thorstens Hinz, podemos resumir o quiproquó cultural que acabou em samba da seguinte maneira: “ou alemão aprende a pensar na bagunça, ou brasileiro consegue se organizar no samba”.

Nosso repórter de todos os assunto que esteve lá presente só tem a dizer, que depois de 10 anos com brasleiros e alemães saindo nas ruas, entre mortos e feridos se salvaram todos. Pois a organização das “meninas”, que fez lotar  debaixo de chuva, a concha acústica do “Planten un Blomen”, botou no chinelo a máquina burocrática alemã: “As  meninas senhoras”, Cecília simão e Miriam da Silva, ensinaram como é que se pode ter harmonia no caos da alegria de viver.

Asé, saravá, shalom, al-agbhar, amém vamos conversar pra cada vez mais ficar mais tudo bem!

mr.

Brasileiros em Hamburgo protestam contra escola de samba que excluiria brasileiros


Recebemos este email de participantes da escola de Samba Unidos de Hamburgo e colocamos no ar;

A rádio mamaterra acompanha há 11 anos as atividades musicais da cidade de Hamburgo. Percebemos que a participação do “SOM” brasileiro é cada vez maior. Notamos também que a participação de brasileiros é cada vez mais diminuta. Quais as são as causas? Vamos seguir este debate que no Facebook já está rolando.

A seguir o manifesto do pessoal:

Conscientização e protesto pacífico hoje no Planten un blomen. Virem as costas pro palco no show da Unidos de Hamburgo.

Conscientização
Esses três primeiros shows valem realmente serem vistos

* MARACATU NATION STERN DER ELBE
* TRIO CAFÉ BRASIL & FREUDEN
* MIRIAM DA SILVA ( TANZ)

Sobre a assim chamada EdS Unidos de Hamburgo eu tenho a dizer, que esse é um grupo que existe desde 2004 e que sistematicamente vem excluindo os seus integrantes brasileiros.
Sendo que hoje já não há mais nenhum sócio brasileiro no grupo.

Caso vocês vejam algum de nossos compatriotas no show tocando ou cantando pra eles podem estar seguros que sao hóspedes de outras cidades e que esses nao estao a par do que acontece dentro do grupo.

Nós, brasileiros no grupo (tirando as baianas essas eram quase 40) éramos em torno de 30 (músicos e passistas).

Eu fui o último a sair, pois tentei de tudo pra intermediar por ser o mais integrado na sociedade pelos conhecimentos de idioma e cultura.

Mas quando finalmente percebi que as intenções da direção só era de nos tolerar, até que o conhecimento tivesse sido absorvido em áreas diferentes (dança, instrumentos, canto, etc…) resolvi sair.

Como protesto deveríamos no 4° Encontro do Planten un Blomen, virar as costas pro palco como protesto por essa política de exclusão.

Obrigado pela atenção.

Saudacoes,

Amiru Sabiá

Assistam a MamaterraTV