Tão preocupados com a Globo? Vivemos momentos ” elucidáticos”!


Elucidático

#marcosromaoreflexoes

por Marcos Romão

Tão preocupados com a Globo?

A Globo está igual a todos e todas nós, perdidos como cegos em tiroteios, diante das novas formas de sermos cidadãos políticos que a realidade aponta!

Meu amigo Nélio Galsky comentou numa postagem do Facebook da minha amiga Lia Vainer Schucman, que diante das dúvidas sobre porque a Globo mudou de lado, que ele, Nélio, via que a Globo está preocupada em não perder seu público, pois a notícia iria acabar chegando a todos. Esperta ela surfou primeiro na onda dos fatos cataclísmicos anunciados.

Vejo que é por aí Nélio Galsky, a Globo se preocupa, como todo mundo, com a sua legitimidade junto ao seu eleitorado. E “ELA’ acompanha mais rápido as mudanças do que nós intelectuais, que nos especializamos em chutar sobre o que se passa na caixa oculta das decisões políticas das cabeças dos políticos brasileiros no poder.

A mudança que está acontecendo no Brasil é que a nossa forma de “fazer política” está deixando de ser oculta. O Brasil está deixando de ter decisões ocultas na política, de forma mais rápida que o vírus “Wanna Cry”.

Nem Lula, nem Temer nem “ELA” a Globo twittam seus segredos como faz Trump, e por isso estão sendo atropelados, pelo novo ser cidadão, que penetra em nossas vidas e nem nós cidadãos “intelectuais” percebemos.

Hoje recebo informações fidedignas da realidade política brasileira, através do ZAP do meu amigo Mathias, verdureiro na esquina, mil vezes mais rápido do que os doutores da academia, que com medo desta coisa do Zuckerberg, só vão tomar conhecimento dos fatos nos domingos nas colunas do Merval e da Leitão.

Por isso chego à conclusão caro Nélio Galsky, que como você diz, a Globo está preocupada com seus anéis de legitimidade, que Franceane, outra comentadora deste papo, chama de autopreservação.

Eu digo que a Globo, olha a realidade através de seus interesses, por isso ela saca a realidade “real”, e para onde o barco está indo.

Como até eu que não sou marxista, sigo a pré-cibernética onda de tentar entender a realidade brasileira, através do jogo de xadrez da elite no poder, vejo a maioria dos debates entre nossa intelectualidade em torno do descobrir qual foi a jogada e quais interesses deles estão em jogo, ao invés de nos debruçarmos nas nossas demandas e necessidades.

Que é importante saber o que as elites pensam, o é, mas acho que gastamos 100% de nossas energias nessas elucubrações conspiratórias, e esquecemos do que nós queremos, de onde o bicho está pegando para nós, o que estamos perdendo e o que pretendemos fazer para retomarmos o que perdemos.

Aí está a “realidade”. E é essa “realidade”, que eu preciso aprender e que olho com atenção a cada ZAP, que meu amigo verdureiro “pouco entendido em política”, mas que domina seu Smartphone, me manda já às 4 horas da manhã, momento que ele deve estar fazendo sua política de regatear no mercado atacadista das abóboras, mandiocas e políticas brasileiras.

Nélio Galsky a realidade brasileira está tão transparente e clara como a luz do sol, que está cegando todo mundo.

Acho que vamos ter que chamar de novo Platão, para nos dizer como nos acostumarmos ao que ainda não vemos, que é a nova forma de fazer política no Brasil, que surge, doa a quem doer.

Mas que vai ser traumático a gente se conhecer, ah, isso vai.

Estamos num momento “ELUCIDÁTICO”. Quem não sacar  volta ao século XX.

#marcosromaoreflexoes

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