A pedrada não me cala.


Projeto em Africanidade na Dança-Educação – PADE

A pedrada que atingiu a menina Kaylane, por ser adepta do Candomblé atingiu todos nós.

A pedrada que atingiu a menina Kaylane, por ser adepta do Candomblé atingiu todos nós.

A pedrada que atingiu a menina Kaylane, por ser adepta do Candomblé atingiu todos nós.

Atingiu todas das Casas de culto de matriz africana,

Atingiu nossa liberdade de consciência e de crença,

Atingiu todos nós porque entendemos que as casas de cultos de matriz africana e seus adeptos são guardiões de saberes e tradições que formam a cultura do nosso país.

A pedrada que atingiu a menina Kaylane, por ser adepta do Candomblé atingiu todos nós.

Atingiu todas das Casas de culto de matriz africana,

Atingiu nossa liberdade de consciência e de crença,

Atingiu todos nós porque entendemos que as casas de cultos de matriz africana e seus adeptos são guardiões de saberes e tradições que formam a cultura do nosso país.

Projeto em Africanidade na Dança-Educação – PADE é o encontro da Universidade Federal do Rio de Janeiro com as Comunidades de Terreiro de Candomblé.

Em 2010, movido por inquietações produzidas a partir da Lei Estadual nº 5.506/2009, que declara o Candomblé como Patrimônio Imaterial do Estado do Rio de Janeiro, e amparado na Lei nº 10.639/03, iniciamos o Projeto com objetivo principal de estimular reflexões sobre a importância do Candomblé na formação da cultura brasileira, e ainda sobre preconceito, discriminação e intolerância religiosa em relação aos cultos de matriz africana.

Ao longo desses 5 anos, firmamos parcerias com 6 seis Comunidades de Terreiro. Nesses encontros buscamos o fortalecimento dessas Comunidades enquanto espaço histórico, social, político e cultural.

Nos seminários produzidos nas Comunidades de Terreiro, seus membros compartilham narrativas que fortalecem cada vez mais seu sentimento de pertencimento, além de possibilitar aos alunos da UFRJ e professores conhecer e vivenciar os cultos de matriz africana.

Na Universidade, os textos trabalhados em sala de aula procuram fomentar o debate, visando superar o preconceito e a intolerância religiosa. Os resultados já se apresentam, seja a mudança significativa de olhar sobre o tema, seja no aumento da produção de trabalhos acadêmicos.

É a Universidade no Terreiro e o Terreiro na Universidade.

*PADE, termo em yorubá que significa “encontro”

 

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