Um herói jamaicano: Marcus Mosiah Garvey


OS IDEAIS E A LUTA

Em 1912, partiu para a Inglaterra onde, em Londres, aprendeu muito sobre cultura africana. Teve especial interesse pela situação do negro nos Estados Unidos da América. Freqüentou a Casa dos Comuns (parlamento inglês) e entrou em contato com africanos provindos de outras colônias britânicas que iam estudar em Londres. Dessa convivência, percebeu que a situação do Negro no mundo todo era muito parecida. Em Londres, Garvey entrou em contato com os líderes do movimento Pan-Africano.

Hum Historiador

Não, não é um corredor olímpico jamaicano e nem um cantor de Reggae a quem vamos dedicar este post. Estamos falando de outro tipo de heroísmo. Um tipo que, no mundo contemporâneo, talvez não seja mais tão valorizado, já que neste mundo atual tudo é muito rápido e a cada minuto queremos tornar as coisas ainda mais instantâneas. Nesse ritmo alucinante, até os heróis de nosso século são criados e destruídos em questão de dias.

No passado, grandes guerreiros, reis e santos eram os heróis do povo. Heróis que viraram lenda e cujos feitos, lutas e exemplos chegam até nós, ainda hoje, das mais variadas formas, seja através da tradição oral (Zumbi), da literatura clássica (Ulysses), ou, em alguns casos, suas biografias viram peças de Hollywood e alcançam a grande população. Assim foi com William Wallace, herói escocês, São Francisco de Assis, herói italiano e de Joana D’Arc, heroína e…

Ver o post original 2.235 mais palavras

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s