Hacker tenta invadir o TSE


por Marcos Romão

Acabo de ler na coluna de Ilimar Francos, publicada no Globo em 04.10.2014, esta notícia, que chega duas semanas atrasadas nas mãos da imprensa nacional e que é razão de reflexão.

HACKERS TENTA INVADIR O TSE

O sistema tecnológico do TSE sofreu um ataque de hackers há duas semanas. Foram feitas 200 mil tentativas de acesso por segundo. A ofensiva dos piratas foi detida. Integrantes do tribunal explicam que, se a operação tivesse êxito, poderia ter provocado ”entupimento da totalização dos votos. Isso poderia retardar o anúncio do resultado amanhã e daria munição para derrotados se apresentarem como vítimas de fraudes.

O ATAQUE  E A ELEIÇÃO DE AMANHÃ

O Bombardeio dos hackers foi detectado pelo aparato de defesa, constituído por clones do sistema verdadeiro espalhados pelo mundo. Para conter a tentativa, o sistema foi tirado do ar e o mesmo está sendo feito nas horas que antecedem a votação. A ação orquestrada partiu do exterior, e suspeita-se que se trata de uma mera competição.Ganha o hacker que entrar.

Um acessor do TSE garantiu que a votação nunca esteve em risco. Explicou que as urnas eletrônicas são um sistema isolado e cada seção imprime o resultado. Os dados são criptografados em cartões “flashcard”. E a transmissão é feita por linhas exclusivas que são contratadas de empresas de telecomunicações

“SERIA UMA ENCHEÇÃO DE SACO. TERÍAMOS QUE FAZER UMA RECHECAGEM DOS RESULTADOS. ISSO PODERIA DURAR ATÉ OITO HORAS OU DOIS DIAS”.

Ministro do TSE sobre a ação dos hackers debelada pleo tribunal. (FONTE O GLOBO 4.10.2014)

Abaixo a opinião da Mamapress:

ESTAMOS NAS MÃOS DE JOVENS OPERADORES DE SISTEMA

Todo computador e seu sistema tem que ser ligado algum momento, para  que os dados arquivados sejam transmitidos para uma central, no caso a Central do TSE encarregada da TOTALIZAÇÃO DOS VOTOS.

O TSE informa que os dados estão em cartões “flaschcard”. Para quem não sabe, “flashcard” são os populares HDs externos (agadês), com um tamanho mais ou menos  de um cartão de visitas , que servem para armazenarem seus dados. Toda máquina fotográfica digital tem um.

HD, disquete, disco rígido, são lugares para arquivar dados, tenham o nome esotérico- tecnocrata que queiram dar,  para enganar os trouxas e os fazerem pensar que é uma coisa segura com nome em inglês.

Basta colocar um “flaschcard” (“cartão relâmpago”, de rápido) em um computador com um sistema “micado”, infectado por “vírus celestiais”, para que seus dados fiquem comprometidos na primeira transmissão.

O Brasil ao instalar o seu sistema de votação eletrônica, inseriu seus milhões de eleitores no time dos “Global Game Players”.

Segundo um assessor do TSE, no nosso time de garotos e garotas cibernéticas, tem uma turma muito boa, que montou uma boa defesa, com clones espalhados pelo mundo, prontos para detectarem os ataques do time adversário.

No treino secreto que rolou há duas semanas, nosso time se deu muito bem.  Apesar de não sabermos ao certo, quanto tempo eles levaram para consertarem os estragos, já que soubemos apenas hoje, deste jogo  que já rola há tempos.

No time de lá são milhões de “hackeiros” nesse “play game” com o voto do cidadão brasileiro, do lado de cá um timezinho de patriotas.

Todos os jogadores e jogadoras são secretos. Nós eleitores só saberemos o resultado desta batalha, quando o TSE puder anunciá-lo com segurança e vamos ter que acreditar em tudo que disserem como verdade. Instrumentos palpáveis para comprovarem a veracidade dos resultados não existem.

É lamentável que o Brasil, ao entrar na onda tecnológica do voto através da urna digital, não tenha levado em conta, que voto é um direito real e sagrado e não virtual e relâmpago(flash),  e  que os técnicos e jogadores de “Play Game”( jogo de brinquedo) não podem decidir sobre a forma que votamos e seus resultados.

O voto é ainda um dos últimos instrumentos que o  cidadão tem, para dar sua opinião e influenciar nos rumos da política brasileira.

Não existe nenhum sistema de coleta e ou transmissão de dados na internet com a garantia de 100% de segurança, seja este trabalho feito pelas empresas de comunicação com linhas exclusivas contratadas pelo TSE,  ou seja pelo “altamente seguro” sistema de informações do Pentágono.

Um “hackeiro” com tempo, que tem de sobra,  pode botar toda a segurança por água abaixo.

Precisamos no futuro de voltarmos ao antigo sistema de votação por cédulas de papel, ou no mínimo termos nossos votos impressos emitidos por essas máquinas, que qualquer “hackeiro” sabe que tem uma porta aberta.hackers-tse

 

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