“O que tem a ver a imagem de uma mulher nua em um saco de pão?”


“Freiem a Cadeia de Violência” 14 de junho dia dos Namorados, Mulheres demonstram no Portão de Brandenburgo

enviado por Katharina La Henges tradução MR

A maioria das pessoas pensam que a violência contra as mulheres só acontece em países como a Índia e em culturas islâmicas retrógradas, mas um estudo europeu revela uma realidade diferente: as mulheres não estão seguras também em nosso continente, seja na estrada ou no trabalho, e, infelizmente, não também em suas casas. É por isso que nós realizamos nosso quinto Talkshow 2013/14 para discutirmos ests questões,  por que isso é assim, o que está sendo feito para combater a violência contra as mulheres e o que podemos fazer?mulheres em brandenburgo

 

Imagens deturpadas e atrasadas dos papéis das mulheres na sociedade são todo tempo apresentadas. Sexo vende, violência contra as mulheres são transmitidas pela mídia e embora os homens sejam os agressores, as mulheres é que são obrigadas a se protegerem  e adaptarem os seus comportamentos.

A psicóloga de jovens mulheres Dorothea Zimmermann trabalha há décadas na na prestigiosa organização de “Águas Selvagens”, lá meninas e mulheres são protegidas através de abrigos, grupos de aconselhamento, apoio psicológico e de auto-ajuda quea as ajudam a viverem com as suas experiências de violência.

Na sua opinião, é uma velha história de exigências que fazemos que não podem continuar, pois vivemos pedindo para  que os homens reflitam sobre o seu comportamento, trabalhem sobre si mesmo, se transformem. “Precisamos fazer as próprias mudanças, porque os homens não vão fazer isso por nós.”

Dorothea Zimmermann atua como um psicóloga de jovens meninas que sofreram violência sexual, para lidarem com o trauma. Em nossa conversa tratamos de suas experiências e os limites do seu trabalho, nas áreas de ação social e conceitual, campanhas objetiva e educação. A diretora do “Centro de Talma”, Bettina Lutze-Luis Fernandez e sua colega Marnie Mayer, falam sobre o método de trabalho preventivo— Trabalho Social com Consciência de Gênero através da Dança e Esportes,” em que projetos específicos como “Respeitem as Jovens Mulhereses” , fortalecem as meninas e as jovens mulheres.

 

Como sempre, nós estamos nas ruas para mostrarmos o pano de fundo das questões.

Nossa pesquisa com transeuntes normais mostram que as experiências de violência entre as mulheres é generalizada. Em contraste com o ceticismo e preconceito com que os e as passantes respondem a perguntas e demandas sensatas, a entrevista com duas bailarinas do “Centro de Talma”, demonstra o fortalecimento da jovens mulheres realizado através trabalho social tendo como base a consciência de gênero.

“O que tem a ver a  imagem de uma mulher nua em um saco de pão?”

Julia e Saskia são treinadas há 11 a 12 anos em projetos como “Respeitar Meninas” e criticam o fato de que muitas pessoas têm preguiça em desenvolverem sua autoestima e confiança em si e trabalharem suas próprias consciências.

O cavalo de batalha da Organização é a própria linguagem ofensiva, depreciativa e misógina usada contra as mulheres. Elas se confrontam constantemente com a negligência no uso geral da linguagem, que reduz o valor das mulheres e desejariam que todas as pessoas estivesem abertas para terem uma maior sensibilidade nesta questão.

Como o hip-hop tem grande influência entre os jovens, elas buscam expor os textos sexistas que influenciam e formam as consciências dos jovens em seu ambiente social.

No “Centro de Talma”, portanto, todas as letras são revisados ​​em seu conteúdo. Importante para elas é fazer com que mais e mais pessoas se tornem ativas contra a violência contra as mulheres, de modo que sua visão de um futuro com “igualdade de mulheres e homens em todos os aspectos da vida” venha a se tornar realidade.

“A dança”, diz o Trainierin Marnie Mayer, “é um meio maravilhoso para as pessoas expressarem seus sentimentos sobre questões difíceis em que não encontram palavras para se expressarem.” É por isso que a dança é uma boa ferramenta para mudar a sociedade.”

 

Cinco bailarinas do grupo “Primeiras Chamas”, do Centro de Talma, vão estar conosco no estúdio para dançar a sua chamada para “A Ascensão de um Bilhão”. Para que a sociedade mude como um todo, será lançada com a “Ascensão de um Bilhão”, uma demonstração internacional  de dança contra a violência contra as mulheres.

O Centro Talma conseguiu o espaço “ A Porta de Branderburg” para realizar a performance de de massa, de modo que toda Berlim possa participar.

Agora encontram-se anualmente todas e todos que se engajam a favor do fim da violência contra  as mulheres, a cada ano no Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, no Portão de Brandemburgo para dançarem todas juntas com as outras.

A performance “Ascensão de um Bilhão”, “One Billion Rising” – com a coreografia “Freiem a Cadeia de Violência” será dançada no dia 14 de junho diferentes cidades e em lugares do mundo. Tudo online, confira: “A Ascensão de um Bilhão”,

 

Moderadoras: Moema Petri Romao e Josinta Mboya

Ao vivo: Sáb 2014/06/14 13:30 Alemanha 08:30 horas Brasil

 

Onde: ALEX-Berlim (Berlin rede de cabo SK 8 Cable Alemanha) e

http://www.alex-berlin.de/TV e após a transmissão estréia em Alex-Berlin youtube

Contato: Nijinski.Arts @ gmx.de ou TEL. 030 61209099, http://www.wetv.info

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