Um Skateboard comprado na “Sabotagesurf”, Papai Noel e as discriminações nossas de cada dia.


por marcos romão

ricardo romãoRicardo Romão resolveu se dar um Skateboard como presente neste natal, afinal havia sido um dos precursores desta moda ainda na década de 70 e quem uma vez aprende nunca mais esquece, me disse.

Como o Skate comprado no dia 8.12 estava com um defeito insanável, Ricardo aproveitou a visita a seu sogro e deu um pulinho na loja para fazer a troca, claro que de posse do recibo de compra, pois seu sogro que estivera na loja um pouco antes, recebera a informação de que bastava trazer o produto defeituoso com o recibo, que a troca seria automática.

A desagradável surpresa natalina do cidadão e consumidor Ricardo Romão começou a acontecer na loja Sabotagesurf na hora da troca, pois no momento em que já estaria tudo resolvido com a vendedora, que de posse da recibo de compra do Skate quebrado, já estava iniciando os procedimentos normais, surgiu a supervisora e se dirigiu a ele de maneira ríspida e deseducada, conforme nos relata:

“ESTOU SENDO SABOTADO NO MEU DIREITO À DIVERSÃO!!!!!!!!

FALTA DE RESPEITO OU RACISMO ? SEJA O QUE FOR É SIMPLESMENTE LAMENTÁVEL

No dia 8 de Dezembro de 2013, comprei um Skate (Mini lLong) na loja Sabotage da Dias da Cruz.

No dia 22 o mesmo apresentou problema em uma de suas rodas rachando de ponta a ponta.

Fiquei muito chateado e no dia 28 (Hoje) retornei a loja e após falar com a vendedora, a mesma começou a fazer os procedimentos de troca, quando de repente a SUPERVISORA DA LOJA (OLHANDO-ME DE CIMA ABAIXO) indelicadamente questionou-me se realmente eu havia comprado aquele Skate ali na SABOTAGE e, alegou que eles não trabalham com a marca em questão.

Imediatamente e educadamente perguntei-lhe o porque da desconfiança, haja visto que tudo estava devidamente registrado em sua tela de computador sob o número de referência de compra 040172.Na mesma hora o vendedor que efetivou a minha compra intercedeu confirmando a venda.

No entanto a supervisora (SEMPRE OLHANDO-ME DE FORMA PRECONCEITUOSA) não se deu por satisfeita e questionou-me mais uma vez, agora, de forma totalmente constrangedora e intimidatória “se as rodas do Skate eram realmente as originais”?

Nesta hora quase perdi a calma, mas ao contrário mantive a serenidade e disse-lhe que gostaria que fosse feita a devida troca, foi quando a vendedora Mariana mais uma vez disse-me que daria continuidade aos procedimentos para “ANÁLISE DE TROCA” e que até 28/01/2014 eu teria uma resposta.

ALÉM DA INTIMIDAÇÃO E CONSTRANGIMENTO POR PARTE DESTA SUPERVISORA “MAL EDUCADA” , AINDA VOU TER QUE ESPERAR ATÉ O ANO QUE VEM PARA TER O MEU SKATE DE VOLTA. MAS DE UMA COISA TENHO CERTEZA: NUNCA MAIS COMPRO NADA NESTA LOJA” SABOTAGE” E CONCLAMO A TODOS OS MEUS AMIGOS QUE FAÇAM O MESMO.
obs : Os funcionários são somente 0 reflexo de um espelho maior !!!!!!!”

Ricardo Romão já entrou em contato telefônico com a loja reclamando do incidente discriminatório e nos informa que aguardará até amanhã, segunda-feira, 30.12.2013, uma solução para o problema.

Nós da Mamapress, como cidadãos e consumidores estaremos também em contato com a loja e afirmamos:

E eu Marcos Romão, 60, sociólogo e jornalista afirmo:

RACISMO OU NÃO JÁ NÃO ME IMPORTA MAIS SABER O QUE VAI NA CABEÇA DE QUEM DISCRIMINA. FICO SIMPLESMENTE INJURIADO POR VER MAIS UM PARENTE OU QUALQUER PESSOA SER DISCRIMINADA SEJA PORQUE MOTIVO FOR!!!!
Meu irmão Ricardo Romao foi maltratado por uma supervisora da Loja Sabotagesurf no Meyer.

Vamos por partes. O que é uma supervisora de loja? É a supervisora dos funcionários e do bom funcionamento da loja.
Se uma supervisora observa um atendimento feito por um funcionário, e tem dúvidas sobre a tramitação da troca, a quem ela deve se dirigir? Ao funcionário é claro, pois ela não é supervisora do cliente e sim do funcionário. Assim ela extrapolou suas funções ao fazer uma inquirição ao cliente para saber a origem do produto.
Para o esclarecimento de sua dúvida ou mais precisamente suspeita, bastaria a ela perguntar ao funcionário ou olhar no computador para constatar a lisura ou não da operação.
Ao fazer perguntas diretas ao cliente sobre sua suspeição de que o produto não teria sido adquirida na loja Sabotagesurf, ela agiu mais como uma policial chamada para atender um caso de possível estelionato do que como uma supervisora de loja.
Ao fato soma-se o agravante, que quando uma supervisora de loja aproxima-se de forma inquisitorial de um cliente, os seguranças em volta passam a se movimentar, o que aumenta o constrangimento ilegal do consumidor reclamante, que se vê obrigado ou a recuar para não ser mais humilhado, ou arriscar-se a ser agarrado, empurrado e até machucado pelos trogloditas de preto que passam o dia sem fazer nadaa só no aguardo do momento em que possam mostrar para o mundo os seus músculos super treinados.
Para que esta loja mantenha o seu bom nome, é necessário que entreguem logo um novo Skate ou devolvam o dinheiro ao consumidor e cidadão Ricardo Romão, junto com um pedido de desculpas formal pelo constrangimento.
Não fazê-lo significa que a a Rede Sabotagesurf não só corrobora a prática ilegal de sua funcionária, como a legitima, despertando em nós, consumidores, a suspeita que isto faz parte da política de relacionamento da empresa com seus clientes.

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Um pensamento sobre “Um Skateboard comprado na “Sabotagesurf”, Papai Noel e as discriminações nossas de cada dia.

  1. Hoje dia 30 de dezembro o cidadão Ricardo Romão, nos enviou uma mensagem informando que a gerente da loja Sabotagesurf, lhe telefonou informando que ele á pode ir à loja pegar o seu novo Skateboard, que ela entregará pessoalmente.

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