Este homem negro preso político por mais de 50 dias pode ser morto pela máfia da Guarda Municipal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul


duduDudu foi preso nas manifestaçõe de junho deste ano em Campo Grande no Mato Grosso do Sul.
A Guarda Municipal da cidade, que tem entre os seus membros até suspeitos da morte de um delegado, o persegue pelo seu ativismo político, já o tendo espancado há cerca de 6 meses.
Plantaram cocaína e maconha em usa mochila e ele não foi assistido por advogados durante a sua prisão, além de ter sido torturado em um canto escuro ao lado da prefeitura para assinar o flagrante. Permanecceu ajoelhado durante tres hos levando porrada na nuca..
No momento Dudu aestá sendo acompanhado por dois advogados voluntários e membros da OAB- MS.

Nós da Rede Mamterra,já comunicamos o caso à anistia Internacional e à Seppir da Presidência da República do Brasil.
Nós tememos riscos à incolumidade física deste rapaz, que está mofando na prisão política de Mato Grosso do Sul.
Chamamos a sociedade civil e as autoridades brasileiras à responsabilidade.
Se fosse no Rio, São Paulo ou Brasília o Dudu já estaria solto.
Prender e acusar um manifestante ativista político, que é contra o uso de armas por guardas municipais, seria uma piada, se não fosse trágico o fato dele estar sendo humilhado(cortaram seus cabelos) e torturado psicologicamente ao estar preso como inocente, nas mãos dos amigos de seu algozes perseguidores.
Aqui , mostramos um caso que envolve a Guarda Municipal da cidade;
Dois suspeitos da morte de delegado se apresentam; um deles é guarda municipal
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Diego Alves

Luiz Alberto

Duas pessoas suspeitas pela morte do delegado Paulo Magalhães se apresentaram nesta semana, no Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos).

O guarda municipal José Moreira Freitas que está em uma das celas da Denar (Delegacia Especializada em Repressão ao Narcotráfico) procurou o Garras nesta segunda-feira (19), após a Justiça expedir um mandado de prisão temporária contra ele e Antônio Benites, outro suspeito da autoria.

O defensor de José Moreira, o advogado Renê Siufi disse que irá analisar o inquérito policial para verificar as fundamentações das denúncias. “Ele é réu primário, tem profissão, agora é esperar pelo inquérito e entrar com recurso para que responda em liberdade”, disse.1752958019

Ainda de acordo com o advogado, a suspeita teria surgido por conta de denúncia anônima. O guarda municipal disse a Siufi que estava em outro lugar no momento do crime.

Crime

Paulo Magalhães de Araújo 57, foi morto no final da tarde de 25 de junho deste ano. Ele estava na frente do colégio onde a filha, de dez anos, localizado na rua Alagoas no bairro Jardim dos Estados.

Segundo testemunhas, o assassino do delegado estava em uma moto escura com um comparsa. Ele efetuou cerca de seis tiros com uma arma calibre 9 milímetros, de uso restrito do Exército.

Aparentemente a dupla estava com roupas e capacetes pretos, numa moto Honda CB-300.

Polêmico, Paulo Magalhães nasceu no Rio de Janeiro e tinha um site combativo na internet por meio do blog Brasil Verdade. Um dos domínios do site estava suspenso pela Justiça. O advogado também foi sócio do empresário Eduardo Carvalho, executado no dia 21 de novembro de 2012. A relação entre as mortes é uma das vertentes da investigação policial.

Ele ficou famoso por implantar a Rede Medusa na Polícia Civil e lutar pela integração das policiais no Estado. Magalhães se aposentou no início dos anos 2000 e era casado com a defensora pública aposentada Cláudia Maria Rodrigues de Brito.

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