Observatório da População Negra será lançado no Dia Internacional contra Discriminação Racial


Observatório da População Negra será lançado no Dia Internacional contra Discriminação Racial

O lançamento será dia 21 de março e marca o Dia Internacional contra a Discriminação Racial.

 

Enviado pelo nosso correspondente de primeira hora, Paulo Roberto “Diop” dos Santos.( Publicado originalmente no Africa Digital 21)

 

São Paulo – A Faculdade Zumbi dos Palmares, em parceria com a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e com a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), lança o Observatório da População Negra, uma iniciativa que cria o primeiro banco de dados sobre as realizações da população afrodescendente em diversas áreas produtivas e sociais do Brasil. O lançamento será dia 21 de março e marca o Dia Internacional contra a Discriminação Racial.O Observatório é um portal aberto e público, que vai realizar pesquisas sobre os resultados efetivos das políticas públicas para a população negra, reunir análises das informações coletadas, para identificar problemas e avanços em cada segmento de estudo. “Teremos um banco de dados real e otimizado sobre a situação do afrodescendente”, afirma José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares.O Observatório da População Negra promoverá sua primeira pesquisa qualitativa sobre a performance e a realidade dos estagiários da Zumbi dos Palmares em instituições bancárias em São Paulo. O estudo será coordenado pela Profº Eliane Barbosa, que defende doutorado na FGV-SP com o mesmo tema.O lançamento oficial do Observatório da População Negra acontecerá na próxima quarta (21), em seminário sobre o negro no mercado de trabalho, na Faculdade Zumbi dos Palmares, a partir das 14h. As informações são da Universidade Palmares.

Mamapress procurou o Superintendente da SUPIR-RJ, Marcelo Dias, que ao considerar a idéia excelente, já colocou em discussão, a idéia do Estado  Rio de Janeiro integrar-se a esta ação, reativando o Disque-Racismo.

A Mamapress lembra a experiência pioneira do Rio de Janeiro, que foi a criação do SOS Racismo, Cidadania e Direitos Humanos  no Instituto de Pesquisas das Culturas Negras ainda na década de 80 e, recomenda que seja aproveitada.

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