Choque de culturas? Alemão responde no pé, no VI Dia da Cultura Brasileira no “Planten un Blomen” de Hamburgo


Aconteceu mais um Dia da Cultura Brasileira  em Hamburgo, destas vez com algumas polêmicas nas relações entre os sambistas brasileiros e alemães. Afinal de contas até no Rio de Janeiro, se fala na gíria dos preconceitos,  a frase , ” tem alemão nos samba”,  quando pinta algum imblóglio.

Mas na festa organizada com as tripas e coração há 6 anos, sem nem um pingo de ajuda do governo brasileiro, por Cecíla Simão e Miriam da Silva,  o que rolou foi confraternização e o samba com sotaque não atravessou.

Na frase de Thorstens Hinz, podemos resumir o quiproquó cultural que acabou em samba da seguinte maneira: “ou alemão aprende a pensar na bagunça, ou brasileiro consegue se organizar no samba”.

Nosso repórter de todos os assunto que esteve lá presente só tem a dizer, que depois de 10 anos com brasleiros e alemães saindo nas ruas, entre mortos e feridos se salvaram todos. Pois a organização das “meninas”, que fez lotar  debaixo de chuva, a concha acústica do “Planten un Blomen”, botou no chinelo a máquina burocrática alemã: “As  meninas senhoras”, Cecília simão e Miriam da Silva, ensinaram como é que se pode ter harmonia no caos da alegria de viver.

Asé, saravá, shalom, al-agbhar, amém vamos conversar pra cada vez mais ficar mais tudo bem!

mr.

2 pensamentos sobre “Choque de culturas? Alemão responde no pé, no VI Dia da Cultura Brasileira no “Planten un Blomen” de Hamburgo

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