“Que a Rainha do Mar, Iemanjá, não leve a mal”, diz a Duloren no Brasil.


A DULOREN colocou na rua no dia 13 a campanha de reveillon, criação da Agnelo pacheco Rio.

A fabricante vai homenagear Iemanjá, orixá brindado com oferendas na virada do ano. A modelo usa Langerie branca da linha “GOOD LOOK”, lançada para a data.
Frase da campanha:
“Que a Rainha do mar não leve a mal*”.

Dois pesos e duas medidas, é como os publicitários tratam as culturas européias e africanas no Brasil.
Luis Carlos Gá, publicista da Mamapress no Rio de Janeiro, sempre atento, denuncia o preconceito e desrespeito ao Candomblé, nas propagandas comerciais no Brasil .
Achincalhe puro, o que fizeram. Gá coloca no ar, só para provocar o que seria uma campanha achincalhando a religiosidade européia. Que por princípio, também não deve levar a mal.

Levamos a mal. É puro desrespeito.

E Gá arremata pra botar a clientela para pensar!

Mamapress pergunta: Essas empresas multinacionais fariam campanha publicitárias deste tipo na Europa, na África ou nos países muçulmanos?
Colocariam o Dalai Lama prá fazer propapaganda de lençóis?
O publicitário que bolou esta troça, está errado, ou apenas segue a onda nacional em tratar de forma discriminatória as religiões de matriz africana?

mr.
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