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isto qui funciona como um twitter ou face book pessoal

2 pensamentos sobre “isto qui funciona como um twitter ou fac …

  1. O caso Record x Globo, uma opinão

    O artigo publicado no Blog do Knigth Cente, e que resume a troca de sopapos entre as dua mais poderosas empresas de comunicações brasileiras é nota 10.
    Colocar os dois vídeos foi genial. Possibilita ver as guerras de infomação do futuro. Os dados dos dois lados são em sua maioria corretos.
    Daqui da Alemanha ao olhar friamente o caso, posso observar que as duas matérias, a da Globo ea da Record, trabalham muito bem com dados. São informações que todos no Brasil já sabiam, mas que esqueceram ou fingem que não sabem.
    O triste é observar como as duas grandes emissoras deram exemplo de como se faz propaganda com o nome de jornalismo, progapanda na mais sinistra acepção
    histórica da palavra,
    Arquivos foram utilizados ao bel prazer pelos dois lados. Guerra de gigantes que não temem em mostrar seus métodos, de guardar informações para se livrar dos inimigos ou ganhá-los para seu lado.
    É um exemplo do perigoem relação à independência dos jornalistas no Brasil atualmente, pois o que vemos neste dois vídeos nãos são análises e comentários e sim discursos propagandísticos em defesa de seus patrões.
    Se os moderadores da Globo leram os textos voluntariamente ou foram obrigados, não dá para perceber.
    No caso do vídeo propaganda da Record, os moderadores estão pelo menos protegidos pela “voz off”, e deixam garotos tipo “palanque estudantil” fazerem a “propaganda discurso reportagem”.
    Outro perigo foi o uso de imagens de pessoas em um contexto que não sei se foram consultadas, e se consultadas se permitiriam a divulgação de suas imagens e palavras, emitidas em um contexto e momento histórico completamente outro.
    Quanto à Globo, o recurso de seus arquivos, muitas vezes utilizados contra pessoas individuais, agora é utilizado contra sua poderosa concorrente. É uma guerra de generais. Que mostram em público os métodos utilizados secretamente contra os “Joãos Ninguéns”.
    Neste momento onde é que fica o jornalismo e o jornalista? Terá liberdade e coragem para esmiuçar como foram construidos os impérios das pouco mais de 10 família que dominam o sistema de comunicação brasileiro?
    Neste momento eu creios que muitos “boss” da imprensa latinoamericana estão a ligar para estas “famílias”, com o pedido de que ponham panos quentes no assunto, pode ter um efeito dominó em toda a América Latina, na Africa, na Europa e onde for que estas duas poderosas agências de comunicações chegam.
    Os jornalistas brasileiros e latino-americanos estão a ter uma oportunidade única de verem por trás de seus próprios bastidores. É uma chance. Ela pode passar rápido. O tempo disponível será até o momento em que apareça uma novela “massageando” a massas, e contando o “causo” do dia em que os gigantes da “imprensa brasileira” se arrancaram os cabelos.

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